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American Airlines planeja retomar voos dos EUA à Venezuela​

A American Airlines anunciou nesta quinta-feira (29) que planeja retomar os voos diários para a Venezuela, sob aprovação do governo dos Estados Unidos e sujeitos a avaliações de segurança. O anúncio acontece algumas semanas após a prisão de Nicolás Maduro pelas forças armadas norte-americanas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, solicitou nesta quinta (29) ao Departamento de Transportes do país que suspendesse as restrições que atualmente impedem voos americanos, após uma conversa com a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.

“Os cidadãos americanos poderão ir à Venezuela muito em breve e estarão seguros lá”, declarou Trump.

A American Airlines suspendeu os voos em 2019 para a região, após os EUA proibirem voos para o país. Os Estados Unidos atacaram a Venezuela no início deste mês e prenderam Nicolás Maduro em uma operação militar.

A empresa, que começou a operar na Venezuela em 1987, afirmou que os voos proporcionarão oportunidades para viagens a negócios, lazer e humanitárias à região. Antes da suspensão dos voos, a companhia era a maior companhia aérea americana no país.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos EUA precisará realizar avaliações antes da retomada dos voos, que provavelmente não começarão antes de alguns meses.

Em 16 de janeiro, a FAA alertou as companhias aéreas para que tivessem cautela ao sobrevoar o México, a América Central e partes da América do Sul, citando os riscos de potenciais atividades militares e interferências no GPS.

A FAA informou ter emitido Avisos aos Aeronavegantes (Notices to Airmen) abrangendo o México e países da América Central, bem como o Equador, a Colômbia e partes do espaço aéreo no leste do Oceano Pacífico.

As tensões entre os EUA e os líderes regionais aumentaram desde que o governo Trump promoveu um grande reforço militar no sul do Caribe.

Trump afirmou, no início deste mês, que os cartéis de drogas controlavam o México e sugeriu que os EUA poderiam atacar alvos terrestres para combatê-los, em uma série de ameaças de mobilizar forças militares americanas contra os cartéis.

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, alertou repetidamente que qualquer ação militar unilateral dos EUA no México constituiria uma grave violação da soberania do país. Ao mesmo tempo, ela concordou com a cooperação bilateral em segurança com os EUA para evitar que o México se torne alvo de Trump.

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​CNN Brasil

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