Martin Parr, 73, um dos fotógrafos mais aclamados do Reino Unido, morreu no sábado (6), informou sua fundação. Fotógrafo e colecionador prolífico, Parr documentou obsessivamente o cotidiano de seu país por mais de 50 décadas de carreira.
Durante esse período, suas fotos vibrantes de pessoas em cenários de cidades litorâneas, feiras rurais e piscinas públicas conquistaram admiradores internacionais e celebraram as peculiaridades e minúcias do cotidiano britânico.
O fotógrafo documentarista faleceu em sua residência em Bristol, no sudoeste da Inglaterra, segundo o comunicado publicado no site da Fundação Martin Parr.
“Ele deixa sua esposa Susie, sua filha Ellen, sua irmã Vivien e seu neto George. A família pede privacidade neste momento”, acrescentou o comunicado.
“A Fundação Martin Parr e a Magnum Photos trabalharão juntas para preservar e compartilhar o legado de Martin. Mais informações serão divulgadas oportunamente. Martin fará muita falta”, declarou a fundação.
Ele era membro da renomada Magnum Photos, uma cooperativa internacional de fotojornalistas, e era considerado um dos fotógrafos mais reconhecidos de sua geração. Seu legado fotográfico foi registrado em mais de 100 livros publicados, segundo a Magnum.
O trabalho de Parr foi colecionado por alguns dos principais museus do mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York, a Tate em Londres e o Centro Pompidou em Paris, de acordo com a agência.
Parr foi curador de dois festivais de fotografia, o Arles em 2004 e o Brighton Photo Biennial em 2010. Também foi curador de uma exposição no Centro Barbican em Londres em 2016.
Em 2021, recebeu o título de CBE (Comandante da Ordem do Império Britânico) da Rainha Elizabeth II por seus serviços à fotografia.
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